segunda-feira, março 21, 2011

Faz de Conta Que

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Ontem fui assistir, no Teatro Renascença, a apresentação do espetáculo “Faz de Conta Que”, mui estrelado pelo Grupo Experimental de Dança de Porto Alegre, com direção do grande Airton Tomazzoni, e com trilha sonora de Bruno Angelo, Andrea López, Gabriel Saikoski, Pato Fu, Taciana Barros, Antonio Pinto, Edgard Scandurra, Arnaldo Antunes e eu, Lehgau-Z Qarvalho.

A encenação investiu pesado na invenção e no imaginário para construir um espetáculo recheado de humor e poesia. No palco o grupo de bailarinos enfrentou o desafio de fazer dança para crianças, tentando escapar de clichês, investindo na aventura de redescobrir como brincar com movimentos e imagens, e conseguiu; mais do isso, encantou não só as crianças, como os adultos presentes.

Airton Tomazzoni com seu extremo profissionalismo e maestria na direção levou-nos, os da platéia, a muitos risos, balanços, belas coreografias e explosões de cores fantásticas. Os figurinos, de Marcelo Pacheco e Agatha Tomatis, e a cenografia, por conta de Maíra Coelho, Marcelo Pacheco, Karine Paz, Ana Paula Reis, Juliana Vicari, Andréia Luchina, Fernanda Bertoncello Boff, Raquel Purper, Laura Rosa, Juliana Rutkowski, Lara Sosa e Leonardo Jorgelew, estavam arrasadores de tão belos e criativos. E os(as) bailarinos(as), ou, conforme preferem os organizadores, criadores-intérpretes: Alessandro Rivalino, Andrea Lopez, Andréia Lucchina, Carlo Laner, Diego Esteves, Fernanda Bertoncello Boff , Iandra Cattani, Juliana Vicari, Juliana Rutkowski, Kalisy Cabela, Lara Sosa, Laura Rosa, Leonardo Jorgelew, Mari Rocha, Raquel Purper, Tainá Borges e Viviana Schammes, deram um show de competência, graça, vitalidade e contemporaneidade. A iluminação certeira e de cores vibrantes de Mirco Zanini; a operação de som precisa de Karine Paz; o projeto gráfico de Yheuriet Kalil; a produção de Liz Dias, Marcelo Pacheco e Equipe do centro Municipal de Dança; as coreografias em “A vida é um balé”, de Alexandre Rittman, e “Estrelas caíram no chão e giram de montão, de Didi Pedone, também foram pontos altos do espetáculo.

Ao final, além de extasiado, me senti muito orgulhoso de ter participado desse grande coletivo de criação artística e sensibilidade aguçada. Parabéns a nós, pois!



De lambuja, deixo aqui a música “É hora do recreio” de minha autoria, composta especialmente para o espetáculo.



8)*

2 comentários:

Ana Lucia disse...

Parabéns, Lehgau, tudo está muito lindo por aqui: layout novo, desenhos, comentários, tua velha e personalíssima literatura, tua presença importante na mesa política.
Enfim: Artesempre, pela cabeça, mãos e coração de quem a vive intensamente.

Lehgau-Z Qarvalho disse...

E o melhor: a visita de tão ilustre e amável pessoa!!!

Grato pelas belas palavras e sentimentos, cara comparsa.


Há(muito por vir), pois...
8)*